Empresário é filho de Eike Batista e Luma de Oliveira

Thor Batisa e Lunara Campos — Foto: reprodução/ instagram
Thor Batista, filho mais velho de Eike Batista e Luma de Oliveira, decidiu acionar a Justiça após ataques à sua aparência. Aos 32 anos, o empresário virou assunto nas redes sociais nos últimos dias por mudanças no corpo e visual.
“Diante dos inúmeros ataques e perseguições que o empresário Thor Batista, sua esposa Lunara Campos e seu irmão Olin Batista vêm sofrendo, foi constituído o escritório Belarmino Sociedade de Advogados para representá-los juridicamente, sendo que os trabalhos estão sob a coordenação do advogado Guilherme Belarmino”, iniciou Thor, em comunicado no Instagram, assinado por seus advogados.
Thor é pai de um menino com o mesmo nome, de apenas 1 mês. Ele falou com o EXTRA sobre as mudanças e citou genética e o excesso de trabalho.
“As mudanças têm a ver com dois fatores: o primeiro, a genética. Basta ver fotos do meu avô paterno e do meu pai. Ambos já começaram a ficar com o cabelo mais ralo com pouca idade. Mas os dois são meus exemplos de vida, então está tudo muito bem, obrigado. O segundo é a carga enorme de trabalho e reveses que a vida me impôs”, disse na última segunda-feira, 26.
Thor Batista ressalta que tem sido alvo de ataques pessoais com o intuito explícito de difamar a sua imagem e a de seus familiares, usando indevidamente fotos de seu filho recém-nascido para ganhar mais visualizações, curtidas e compartilhamentos. O filho de Luma e Eike ressaltou que a internet não é terra sem lei, que usuários não podem usá-la para ações difamatórias, abusivas e ilegais.
Lunara Campos também compartilhou o comunicado. A influenciadora desabafou dizendo que a família havia sido atacada outras vezes, mas que desta não ia deixar impune. “Na última vez que fomos ‘atacados’ na internet, avisei que não deixaria assim na próxima. E aqui está: o doutor Guilherme Belarmino começou a trabalhar hoje a tarde (27/2)”, escreveu nos stories do Instagram…
Matéria completa: Thor Batista decide acionar Justiça após ataques à aparência